Ministério da Cultura, Entre Mundos, Academia Amazônia Ensina e BASF apresentam
A Virada Amazônica — Arte e Sustentabilidade chega à sua 2ª edição entre os dias 18 e 26 de novembro de 2026.
Uma expedição artística e formativa que conecta Manaus e Novo Airão por meio do teatro, das artes visuais e de ações formativas.
O Ministério da Cultura, a Entre Mundos, a Academia Amazônia Ensina e a BASF têm a alegria de convidar você para a 2ª edição da Virada Amazônica — Arte e Sustentabilidade, uma expedição artística e formativa que acontecerá entre os dias 18 e 26 de novembro de 2026, com ações em Manaus e em Novo Airão.
A programação reúne espetáculos teatrais, oficinas gratuitas e exposição de artes visuais, com a participação de Buia Teatro, Trupe Ave Lola, Companhia Panorando, Pedro Ramires, Cia. das Rosas e dos artistas visuais Sandra Hiromoto e Wald Caldas.
A Buia Teatro transforma a fábula “Se os Tubarões Fossem Homens”, de Bertolt Brecht, em um musical poético, divertido e provocador para todas as infâncias. Com música ao vivo, formas animadas e uma encenação delicada, o espetáculo acompanha Bertoldo, um tubarão que deseja compreender o mundo dos homens. A partir desse mergulho simbólico, a peça convida crianças e adultos a refletirem sobre empatia, poder, manipulação, humanidade e responsabilidade coletiva.
Sem subestimar a inteligência do público infantil, “Bertoldo” une humor, beleza visual e pensamento crítico para mostrar que aprender pode ser um processo útil, agradável e profundamente divertido.
Dirigido por Tércio Silva, o espetáculo nasceu de um processo colaborativo com crianças, tem texto de Christine Röhrig e trilha original em parceria com Gustavo Kurlat, um dos mais premiados compositores de música para crianças no Brasil.
Sandra Hiromoto apresenta nesta exposição a série Horizontes de Vagar. Cores
vívidas e contrastantes manifestam-se através das estações do ano, recriando
possibilidades pictóricas que perpassam paisagens e suas imensidões. A poética
da artista aborda questões existenciais, como a interconexão entre os seres e a
profunda interdependência das coisas. A artista concebe lugares onde camadas
de folhas e flores se dissolvem ou emergem como pontos de luz, em contraponto
a superfícies obscurecidas, num mundo marcado pelo signo do infinito. Essa
busca por valores espirituais resulta em um horizonte paralelo, no qual as
texturas constroem paisagens que dão forma a um universo de desejos e
sentimentos.
Wald Caldas, multiartista manauara, sua arte transcende o espaço e o tempo, misturando memória, singularidade e narrativa pessoal para criar obras evocativas que estimulam o observador a mergulhar no seu próprio imaginário.
Inspirando-se no cotidiano, o artista navega por várias técnicas de arte, como pintura, escultura e estampas, construindo composições únicas.
Seu trabalho mergulha nas complexas experiências da humanidade, onde convida os espectadores a explorarem as intersecções culturais dentro da arte e da consciência contemporânea.
A Trupe Ave Lola traz à cena a comédia “Sonho de uma noite de verão”, uma das obras mais celebradas do lendário dramaturgo William Shakespeare. Por meio de uma encenação teatral popular, a montagem convida o público para testemunhar momentos de paixão, magia e loucura. Com direção de Ana Rosa Genari Tezza, a peça conta com música criada e executada ao vivo por Arthur Jaime e Breno Monte Serrat. No elenco, Cesar Matheus, Helena de Jorge Portela, Helena Tezza, Kauê Persona, Larissa de Lima, Marcelo Rodrigues, Pedro Ramires, Wenry Bueno e Willa Thomas.
Sandra Hiromoto apresenta nesta exposição a série Horizontes de Vagar. Cores vívidas e contrastantes manifestam-se através das estações do ano, recriando possibilidades pictóricas que perpassam paisagens e suas imensidões. A poética da artista aborda questões existenciais, como a interconexão entre os seres e a profunda interdependência das coisas. A artista concebe lugares onde camadas de folhas e flores se dissolvem ou emergem como pontos de luz, em contraponto a superfícies obscurecidas, num mundo marcado pelo signo do infinito. Essa busca por valores espirituais resulta em um horizonte paralelo, no qual as texturas constroem paisagens que dão forma a um universo de desejos e sentimentos.
Wald Caldas, multiartista manauara, sua arte transcende o espaço e o tempo, misturando memória, singularidade e narrativa pessoal para criar obras evocativas que estimulam o observador a mergulhar no seu próprio imaginário.
Inspirando-se no cotidiano, o artista navega por várias técnicas de arte, como pintura, escultura e estampas, construindo composições únicas.
Seu trabalho mergulha nas complexas experiências da humanidade, onde convida os espectadores a explorarem as intersecções culturais dentro da arte e da consciência contemporânea.
Plateia e frisas:
R$ 60,00 (inteira)
R$ 30,00 (meia)
Pavimentos 1 e 2:
R$ 40,00 (inteira)
R$ 20,00 (meia)
Pavimento 3:
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (meia)
A Trupe Ave Lola traz à cena a comédia “Sonho de uma noite de verão”, uma das obras mais celebradas do lendário dramaturgo William Shakespeare. Por meio de uma encenação teatral popular, a montagem convida o público para testemunhar momentos de paixão, magia e loucura. Com direção de Ana Rosa Genari Tezza, a peça conta com música criada e executada ao vivo por Arthur Jaime e Breno Monte Serrat. No elenco, Cesar Matheus, Helena de Jorge Portela, Helena Tezza, Kauê Persona, Larissa de Lima, Marcelo Rodrigues, Pedro Ramires, Wenry Bueno e Willa Thomas.
Rosa é uma menina que ama o circo. Em um dia de chuva, ela brinca sozinha em casa; seu olhar inusitado transforma o lugar em um espaço mágico, onde ela cria seu próprio mundo e vive aventuras. A cada nova brincadeira, Rosa enfrenta desafios como ser uma acrobata e os riscos e a magia de ser uma equilibrista.
Cansado do ciclo de festas e ritos, o Boi decide tirar férias. Sua ausência faz a festa desmoronar. Cercado pelas forças que exigem seu retorno, o Boi é envolvido em um auto de exaustão e sobrevivência. Atravessando figuras da cultura popular como Boi-Bumbá, Bumba-meu-Boi, Boi Falô e Vaquejada, a obra questiona o que mantém a festa viva e o custo de permanecer vivo para sustentá-la.
Rosa é uma menina que ama o circo. Em um dia de chuva, ela brinca sozinha em casa; seu olhar inusitado transforma o lugar em um espaço mágico, onde ela cria seu próprio mundo e vive aventuras. A cada nova brincadeira, Rosa enfrenta desafios como ser uma acrobata e os riscos e a magia de ser uma equilibrista.
Cansado do ciclo de festas e ritos, o Boi decide tirar férias. Sua ausência faz a festa desmoronar. Cercado pelas forças que exigem seu retorno, o Boi é envolvido em um auto de exaustão e sobrevivência. Atravessando figuras da cultura popular como Boi-Bumbá, Bumba-meu-Boi, Boi Falô e Vaquejada, a obra questiona o que mantém a festa viva e o custo de permanecer vivo para sustentá-la.
O ator Pedro Ramires mergulha em suas memórias e raízes familiares para celebrar sua ancestralidade afroindígena. Filho de pai Kambeba e mãe negra, o artista evoca histórias e vivências ligadas ao povo Omágua, também conhecido como Kambeba, originário da região do médio Rio Solimões, no Amazonas. A partir de um barco de brinquedo recebido na infância, a performance estabelece uma relação poética entre os rios ancestrais e as veias do corpo, convidando o público a refletir sobre identidade, pertencimento e a importância de reconhecer nossas origens.
O ator Pedro Ramires mergulha em suas memórias e raízes familiares para celebrar sua ancestralidade afroindígena. Filho de pai Kambeba e mãe negra, o artista evoca histórias e vivências ligadas ao povo Omágua, também conhecido como Kambeba, originário da região do médio Rio Solimões, no Amazonas. A partir de um barco de brinquedo recebido na infância, a performance estabelece uma relação poética entre os rios ancestrais e as veias do corpo, convidando o público a refletir sobre identidade, pertencimento e a importância de reconhecer nossas origens.
Foto por: Caique Cunha
Para participar das atividades da Virada Amazônica que exigem reserva antecipada, entre em contato com nossa equipe de produção com pelo menos 24 horas de antecedência. As reservas estão sujeitas à disponibilidade de vagas.
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Acreditar na Virada Amazônica é acreditar no poder da arte para transformar realidades e fortalecer os laços entre pessoas e territórios. Ao destinar parte do seu imposto de renda, você contribui diretamente para levar teatro, oficinas e audiovisual às comunidades ribeirinhas da Amazônia. Sua participação ajuda a conectar mundos, valorizar saberes tradicionais e ampliar o acesso à cultura.
O que a sua empresa faz pela Amazônia hoje? Investir na Virada Amazônica é assumir um compromisso com a arte, a educação e o meio ambiente. É posicionar sua marca como agente de transformação social, apoiando um projeto que une sustentabilidade, formação e diversidade cultural. Ao incentivar a Virada, sua empresa gera impacto positivo, fortalece vínculos com a comunidade e promove um futuro mais criativo e justo.
Idealizadora da Virada Amazônica e diretora executiva
Idealizadora e diretora
de produção
Idealizadora e diretora
de produção
Direção artística
e curadoria
Curadoria
COMUNICAÇÃO:
Agência Momo
CRIAÇÃO DE CONTEÚDO E
COBERTURA IN LOCO:
Zahyra Garrido
DIREÇÃO CRIATIVA ACAE:
Jamilssa
DESIGN:
GomesRibeiro
WEBDESIGN:
POMO Agência
ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Claudia Guadagnin
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO EXECUTIVA:
Alyssa Riccieri
PRODUÇÃO:
Mattheus Boeck
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO:
Ananda Sarah
DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA:
Luiza Rangel
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Tiago Pinheiro
TÉCNICA DE SOM DIRETO:
Nanashara Scaravell
FOTOGRAFIA:
André Tezza
TÉCNICO DE LUZ:
Alexandre Leonardo Luft
TÉCNICO DE SOM:
Breno Monte Serrat
CENOTÉCNICOS:
Paulo Batistela (Nietzsche)
Vilson Kurz
COMPANHIAS CONVIDADAS:
Buia Teatro (Manaus)
Trupe Ave Lola (Curitiba)
Companhia das Rosas (São Paulo)
Panorando Cia e Produtora (Manaus)
Pedro Ramires (São Paulo)
MINISTRANTES DAS OFICINAS:
Panorando Cia e Produtora (Manaus)
Companhia das Rosas (São Paulo)
ARTISTAS VISUAIS CONVIDADOS:
Wald Caldas (Manaus)
Sandra Hiromoto (Curitiba)
RECEPÇÃO ACESSÍVEL, LIBRAS E AUDIODESCRIÇÃO:
Cão-Guia Acessibilidade